Biotecnologia na Agricultura

Atualmente existem diferentes tipos de biotecnologia e são classificadas pela cor – vermelha, amarela, azul, verde, marrom, preta, roxa, branca, dourada e cinza – e podem ser divididas em cinco ramos – humana, ambiental, industrial, animal e vegetal.

Com relação a Biotecnologia Verde, é utilizado modernas tecnologias que permitem selecionar genes com as características desejáveis e modifica-los geneticamente, desenvolvendo um determinado gene em outro organismo.

Plantas geneticamente modificadas contribuem para uma maior e melhor produção de alimentos, visto que o grande crescimento populacional mundial poderá sujeitar a três grandes crises – diminuição das reservas de petróleo, escassez de água potável e a falta de alimentos para grande parte da população – Desafiando a criar novos métodos eficientes para aumentar a produção de alimentos e energia renovável sem esgotar os recursos naturais.

O Brasil dispõe de um cenário potencial para o desenvolvimento da biotecnologia, ocupando o segundo lugar entre os países com maior área cultivada com transgênicos no mundo. Em 2019, foram 52.8 milhões de hectares, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, 71.5 milhões de hectares.

Diante deste cenário, a biotecnologia de plantas e o uso de fertilizantes agrícolas tornam-se soluções fundamentais para atenuar os problemas causados pelo estilo de vida adotado pelo homem, atuando na melhoria da qualidade dos produtos e para o desenvolvimento de práticas de agricultura sustentável, ou seja, menos agressivas ao meio ambiente.

Por: Eng. Agro. Dr. Wellington Eduardo Xavier Guerra

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