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Do Solo à Colheita: Como o DGMS + FNR contribui para o Desenvolvimento da Cultura do Milho
Na família Poaceae estão incluídas as gramíneas, que possuem espécies relevantes economicamente, como: milho, trigo e arroz (WELKER; LONGHI- WAGNER, 2007).
Dentre os cereais, o milho é um dos mais cultivados mundialmente desde 10 mil anos atrás, quando surgiu a agricultura. Pode ser utilizado tanto na alimentação humana como na animal (FRITSCHE-NETO et al., 2012).
O milho é o segundo grão mais produzido no Brasil, correspondendo, aproximadamente, a 40% da produção brasileira de grãos na safra 2025/26. A produção estimada é de 142.955.000 toneladas, aumento de 1,3% em relação à safra anterior (CONAB, 2026).
A produtividade na cultura do milho pode ser afetada por alguns elementos climáticos, entre eles se destacam: radiação solar, precipitação pluvial e temperatura (SIEGA, 2015).
A temperatura apresenta correlação direta com a cultura e sua fisiologia, ou seja, oscilações periódicas na temperatura vão prejudicar os processos metabólicos no interior da planta. Altas temperaturas irão acelerar os processos metabólicos e baixas temperaturas irão diminuir (CRUZ et al., 2010).
A potencialidade do setor também pode ser comprometida pelas limitações na cadeia produtiva do milho, como: baixa produção, tecnologia e infraestrutura precárias, oscilações nos preços, quebra de contratos e dificuldades na logística (CALDARELLI; BACCHI, 2012).
A redução das áreas de plantio é outra limitação que ocorre, principalmente, pelas alterações no tempo e os baixos preços que são pagos aos produtores (CONAB, 2026).
Esses fatores limitantes precisam ser analisados, de forma a amenizar os riscos e gerar maior produtividade e qualidade do grão. A correção do solo e a adubação das plantas são fatores indispensáveis para maior produção e que podem ser otimizados com a utilização de produtos mais eficazes.
Os corretivos de solo são insolúveis em água, e, por isso, demoram a reagir no solo, necessitando que seja incorporado ao solo. Em culturas anuais, como o milho, é necessário uso de produtos que tenha maior reação no solo.
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Através da tecnologia da micronização, o calcário fornecido pela Massari, possui granulometria mais fina em relação ao calcário convencional. Essa tecnologia permite que o produto reaja mais rápido no solo, fornecendo Ca, Mg, neutralizando o alumínio tóxico e aumentando o pH, além de percolar pelo perfil do solo e permitir o maior desenvolvimento das raízes.
O Fosfato natural reativo também tem a tecnologia da micronização, para fornecimento de Fósforo à cultura. Nosso produto é de origem sedimentar, com estrutura porosa, que facilita a liberação do nutriente no solo, indispensável para o fornecimento de energia a planta.
Portanto, o fertilizante mineral misto DGMS FNR possui em sua composição: o calcário (50% micronizado) + gesso agrícola + fosfato natural reativo. Esse produto fornece os nutrientes Ca, Mg, S e P, possibilitando fazer 1 operação ao invés de 3, com a tecnologia do fertilizante 3 em 1.
O DGMS FNR é uma ótima solução para a cultura do milho com benefícios essenciais ao melhor desenvolvimento e produtividade da cultura.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CALDARELLI, C. E.; BACCHI, M. R. P. Fatores de influência no preço do milho no Brasil. Revista Nova Economia, Belo Horizonte, MG. v. 22, n. 1, 2012, p. 141-164.
CONAB – COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, Brasília, DF, v. 13, safra 2025/26, n. 11 décimo primeiro levantamento, agosto 2026. Disponível em:< https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/safras/safra-de-graos/boletim-da-safra-de-graos/11o-levantamento-safra-2025-26/11o-levantamento-safra-2025-26>. Acesso em 05 set. 2026.
CRUZ, T. V. da; PEIXOTO, C. P.; MARTINS, M. C. Crescimento e produtividade de soja em diferentes épocas de semeadura no oeste da Bahia. Scientia Agraria, Curitiba. v. 11, n. 1, 2010, p. 33-42.
FRISTCHE-NETO, R.; VIEIRA, R. A.; SCAPIM, C. A.; MIRANDA, G. V.; REZENDE, L. M. Updating the ranking of the coefficients of variation from maize experiments. Acta Scientiarum Agronomy, Maringá, v. 34, n. 1, 2012, p. 99-101.
SIEGA, P. C. Efeito da época de semeadura na produção de grãos de híbridos de milho. Dissertação (Mestrado em Agronomia) – Universidade Estadual do Centro- Oeste, Guarapuava, 2015, 72 p.
WELKER, C. A. D.; LONGHI-WAGNER, H. M. A família Poaceae no Morro Santana, Rio Grande do Sul, Brasil. Porto Alegre. Revista Brasileira de Biociências, v. 5, n. 4, 2007, p. 53-92.
Texto elaborado por:
Camila Menezes
Engenheira Agrônoma